A Paróquia São
Francisco de Paula celebrou, nesta quinta-feira (19), o Mistério da Eucaristia
e o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo – Corpus Christi. A
celebração é realizada sempre em uma quinta-feira em alusão à Quinta-Feira
Santa, quando se deu a instituição da Eucaristia, durante a última ceia de
Jesus Cristo com os apóstolos.
A missa foi comandada pelo Pároco de Aratuba Pe. Claudio e concelebrada
pelo Vigário Paroquial Pe. Martinho, e
acompanhada por centenas de fieis das diversas comunidade de Aratuba. A Santa
Missa teve inicio as 16h na Igreja
Matriz com o ato litúrgico e em seguida, às 17h, aconteceu a procissão
pelas principais ruas do centro de Aratuba O trajeto começou defronte à
matriz, Praça Adolfo Lima, e seguiu pelas Ruas Cel. .Augusto Cordeiro, Júlio Pereira, Cel. José Aquino Pereira, Rua
João Jose Pereira, Rodovia Coacy Pereira, Avenida Arlindo Mendina e,
novamente, pela Praça Adolfo Lima , retornando ao ponto de partida (Igreja
Matriz de São Francisco de Paula).
A festa de Corpus Christi
foi criada pelo papa Urbano IV no dia 8 de setembro de 1264. Para os católicos,
a participação em missas neste dia é obrigatória. A procissão é feita como
forma de lembrar a busca do povo de Deus pela Terra Prometida.
Na
próxima quinta-feira, dia 19 de Junho, a Paróquia São Francisco de Paula se
prepara para a celebração do Corpus Christi. A expressão em latim significa
Corpo de Cristo, e neste dia a igreja realiza uma solenidade para celebrar o
corpo e o sangue de Cristo. Em Aratuba a santa missa, ocorre a partir das 16h,
e logo após a procissão pelas ruas da cidade. A festa do Corpo e Sangue de
Cristo, também conhecida como festa de Corpus Christi. É uma festa típica da
Igreja Católica e tem por motivação promover a fé na presença do Cristo
Ressuscitado nas espécies do pão e do vinho consagrados.
Em cada Missa, quando o padre toma o pão nas mãos e pronuncia as palavras:
“Tomai todos e comei: isto é o meu corpo que será entregue por vós”, e, depois
disso, ao tomar o cálice com vinho e proclamar:
“Tomai todos, e bebei! Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna
aliança, que será derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados:
fazei isto em memória de mim!”, entendemos que se dá o milagre da
transubstanciação do pão e do vinho no corpo e no sangue de Cristo.
Como católicos, cremos que, a partir daquele momento Cristo se faz presente no
pão e no vinho consagrados. Por isso, nós O podemos adorar na Hóstia Consagrada,
sem incorrer em ato de idolatria. Também por isso nós promovemos a adoração ao
Santíssimo Sacramento em vários momentos do Ano Litúrgico, particularmente na
noite da Quinta-feira Santa e na festa do Corpo e Sangue de Cristo.
Neste ano, a festa de Corpus Christi tem um caráter especial por ocorrer dentro
do Ano da Fé, proclamado pelo Papa na comemoração dos 50 anos de início do
Concílio Ecumênico Vaticano II. Sem esquecer que o centro da fé cristã é a
profissão da fé na Trindade do Deus Pai, Filho e Espírito Santo, a Igreja
professa a presença real de Cristo na Eucaristia.
É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Quero enviar uma saudação calorosa aos organizadores e participantes; a cada atleta e torcedor, bem como a todos os espectadores que, no estádio ou pela televisão, rádio e internet, acompanham este evento que supera as fronteiras de língua, cultura e nação.
A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também - e eu diria sobretudo - um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Pensemos na lealdade, na perseverança, na amizade, na partilha, na solidariedade. De fato, são muitos os valores e atitudes fomentados pelo futebol que se revelam importantes não só no campo, mas em todos os aspectos da existência, concretamente na construção da paz. O esporte é escola da paz, ensina-nos a construir a paz.
Nesse sentido, queria sublinhar três lições da prática esportiva, três atitudes essenciais para a causa da paz: a necessidade de “treinar”, o “fair play” e a honra entre os competidores. Em primeiro lugar, o esporte ensina-nos que, para vencer, é preciso treinar. Podemos ver, nesta prática esportiva, uma metáfora da nossa vida. Na vida, é preciso lutar, “treinar”, esforçar-se para obter resultados importantes. O espírito esportivo torna-se, assim, uma imagem dos sacrifícios necessários para crescer nas virtudes que constroem o carácter de uma pessoa. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…
O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.
A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida! Que ninguém se isole e se sinta excluído! Atenção! Não à segregação, não ao racismo! E, se é verdade que, ao término deste Mundial, somente uma seleção nacional poderá levantar a taça como vencedora, aprendendo as lições que o esporte nos ensina, todos vão sair vencedores, fortalecendo os laços que nos unem.
Queridos
amigos, agradeço a oportunidade que me foi dada de lhes dirigir estas
palavras neste momento – de modo particular à Excelentíssima Presidenta
do Brasil, Senhora Dilma Rousseff, a quem saúdo – e prometo minhas
orações para que não faltem as bênçãos celestiais sobre todos. Possa
esta Copa do Mundo transcorrer com toda a serenidade e tranquilidade,
sempre no respeito mútuo, na solidariedade e na fraternidade entre
homens e mulheres que se reconhecem membros de uma única família. Muito
obrigado!