quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Conclave que definirá sucessor do Papa começa a partir de 15 de março
O Vaticano informou nesta quarta-feira (13) que o Conclave que vai definir o sucessor do Papa Bento XVI deve começar a partir de 15 de março, uma sexta-feira. O Conclave é a reunião de cardeais do mundo todo, a portas fechadas, no
Vaticano, para decidir, pelo voto, quem vai ser o novo chefe da Igreja
Católica. "O início do conclave não poderá ocorrer antes de 15 de março. Podemos
prever o início do conclave para os dias 15, 16, 17, 18 ou 19", disse
Lombardi.
A Santa Sé, também afirmou que os fiéis católicos não devem se sentir
"desorientados" pela decisão do pontífice, anunciada na segunda-feira, de renunciar ao cargo em 28 de fevereiro próximo.O papa alemão vai abandonar o Vaticano às 17h de Roma do dia 28, três
horas antes de consumada sua renúncia ao Pontificado, informou o
porta-voz vaticano, padre Federico Lombardi.Ele irá de helicóptero à residência de verão dos papas em Castelgandolfo, a cerca de 30 quilômetros ao sul de Roma.
Bento XVI fez nesta quarta sua primeira aparição pública após o anúncio
da renúncia. Na audiência pública tradicional de quarta-feira no
Vaticano, ele afirmou que renuncia "pelo bem da Igreja", após muita oração e reflexão.Na presença de muitos fiéis, inclusive brasileiros, o pontífice alemão leu em português uma mensagem pelo início da Quaresma, período preparatório para a Páscoa.
Fonte:G1
Mensagem do Papa Bento XVI por ocasião da Campanha da Fraternidade de 2013
Queridos irmãos e irmãs,
Vaticano, 8 de fevereiro de 2013
Diante de nós se abre o caminho da Quaresma, permeado de oração,
penitência e caridade, que nos prepara para vivenciar e participar mais
profundamente na paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. No Brasil, esta
preparação tem encontrado um válido apoio e estímulo na Campanha da
Fraternidade, que este ano chega à sua quinquagésima realização e se reveste já
das tonalidades espirituais da XXVII Jornada Mundial da Juventude no Rio de
Janeiro em julho próximo: daí o seu tema “Fraternidade e Juventude”, proposto
pela Conferência Episcopal Nacional com a esperança de ver multiplicada nos
jovens de hoje a mesma resposta que dera a Deus o profeta Isaías: “Eis-me
aqui, envia-me!”(6,8).
De bom grado associo-me a esta iniciativa quaresmal da Igreja no Brasil,
enviando a todos e cada um a minha cordial saudação no Senhor, a quem confio os
esforços de quantos se empenham por ajudar os jovens a tornar-se – como lhes
pedi em São Paulo – “protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna
inspirada no Evangelho” (Discurso aos jovens brasileiros, 10/05/2007). É
que os “sinais dos tempos”, na sociedade e na Igreja, surgem também através dos
jovens; menosprezar estes sinais ou não os saber discernir é perder ocasiões de
renovação. Se eles forem o presente, serão também o futuro. Queremos os jovens
protagonistas integrados na comunidade que os acolhe, demonstrando a confiança
que a Igreja deposita em cada um deles. Isto requer guias – padres, consagrados
ou leigos – que permaneçam novos por dentro, mesmo que o não sejam de idade, mas
capazes de fazer caminho sem impor rumos, de empatia solidária, de dar
testemunho de salvação, que a fé e o seguimento de Jesus Cristo cada dia
alimentam.
Por isso, convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de
Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que
experimentamos o que é belo e nos redime: “Agora que isto tocou os teus
lábios, tua culpa está sendo tirada, teu pecado, perdoado” (Is 6,7).
Desse encontro transformador, que desejo a cada jovem brasileiro, surge a plena
disponibilidade de quem se deixa invadir por um Deus que salva: “Eis-me aqui,
envia-me!’ aos meus coetâneos” - ajudando-lhes a descobrir a força e a
beleza da fé no meio dos “desertos (espirituais) do mundo contemporâneo, em que
se deve levar apenas o que é essencial: (…) o Evangelho e a fé da Igreja, dos
quais os documentos do
Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim
como o é o Catecismo da Igreja Católica” (Homilia na abertura do Ano
da Fé, 11/10/2012).
Que o Senhor conceda a todos a alegria de crer n’Ele, de crescer na sua amizade,
de segui-Lo no caminho da vida e testemunhá-Lo em todas situações, para
transmitir à geração seguinte a imensa riqueza e beleza da fé em Jesus Cristo.
Com votos de uma Quaresma frutuosa na vida de cada brasileiro, especialmente das
novas gerações, sob a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecia, a todos
concedo uma especial Bênção Apostólica
Papa Bento XVI afirma que está renunciando 'pelo bem da Igreja'
Pontífice faz primeira aparição pública após anunciar que vai renunciar.
Ele disse que orou 'arduamente' para decidir e leu texto em português.
Ele disse que orou 'arduamente' para decidir e leu texto em português.
O Papa Bento XVI, em sua primeira fala em público desde que anunciou
sua renúncia, disse nesta quarta-feira (13) no Vaticano que tomou a
decisão de abandonar o pontificado "em plena liberdade, pelo bem da
Igreja".Bento XVI disse que "orou arduamente e examinou sua consciência" antes de tomar a decisão. O pontífice alemão, de 85 anos, reiterou que está consciente da
gravidade da decisão, mas também que está consciente da diminuição de
suas forças espirituais e físicas.Ele disse ter certeza que a Igreja iria sustentá-lo com orações e que Cristo continuará sendo seu guia.
O papa chegou às 10h44 locais (7h44 de Brasília) para a tradicional
audiência geral das quartas-feiras, na Sala Paulo VI, e foi aplaudido de
pé por emocionados fiéis de vários países, inclusive do Brasil.
Depois de ouvir os gritos de "Bento, Bento!", o pontífice agradeceu pela calorosa recepção."Agradeço a todos por vosso amor e vossas orações", afirmou, com aparência cansada. Na audiência, o Pontífice recebeu no Vaticano
mais de 3.500 fiéis e peregrinos para a sua catequese e fez a saudação
em várias línguas, entre as quais o português, falando sobre o período
da Quaresma. Ele agradeceu à presença de fiéis, citando literalmente as cidades de Curitiba e Porto Alegre.
O Papa também celebra hoje a Santa Missa de quarta-feira de cinzas, que
abre o período da Quaresma. A missa será rezada a partir das 13h50 de
Brasília.
Fonte: Vaticano
Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2013
Boletim da Santa Sé
MENSAGEM
Crer na caridade suscita caridade
"Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele"
(1 Jo 4, 16)
Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma 2013
Queridos irmãos e irmãs!
A
celebração da Quaresma, no contexto do Ano da fé, proporciona-nos uma
preciosa ocasião para meditar sobre a relação entre fé e caridade: entre
o crer em Deus, no Deus de Jesus Cristo, e o amor, que é fruto da ação
do Espírito Santo e nos guia por um caminho de dedicação a Deus e aos
outros.
1. A fé como resposta ao amor de Deus
Na minha primeira Encíclica, deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental do apóstolo João: "Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele" (1 Jo 4, 16), recordava que, "no início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um 'mandamento', mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro" (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal - que engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e "apaixonado" que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o intelecto: "O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da nossa vontade à d’Ele une intelecto, vontade e sentimento no ato globalizante do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor nunca está 'concluído' e completado" (ibid., 17). Daqui deriva, para todos os cristãos e em particular para os "agentes da caridade", a necessidade da fé, daquele "encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante da sua fé que se torna operativa pelo amor" (ibid., 31). O cristão é uma pessoa conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - "caritas Christi urget nos" (2 Cor 5, 14) - , está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus.
1. A fé como resposta ao amor de Deus
Na minha primeira Encíclica, deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental do apóstolo João: "Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele" (1 Jo 4, 16), recordava que, "no início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um 'mandamento', mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro" (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal - que engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e "apaixonado" que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o intelecto: "O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da nossa vontade à d’Ele une intelecto, vontade e sentimento no ato globalizante do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor nunca está 'concluído' e completado" (ibid., 17). Daqui deriva, para todos os cristãos e em particular para os "agentes da caridade", a necessidade da fé, daquele "encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante da sua fé que se torna operativa pelo amor" (ibid., 31). O cristão é uma pessoa conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - "caritas Christi urget nos" (2 Cor 5, 14) - , está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
3ª Edição do Retiro de Carnaval chega ao Fim
Na
manhã desta terça-feira (12), A Pastoral da Juventude e a Paróquia São
Francisco de Paula encerraram a 03ª Edição do Retiro de Carnaval com uma missa
Celebrada na Capela de Santo Antonio – Sitio Tope pelo Padre Jares Vigário
Paroquial da Paróquia de Aratuba. Foram 96 horas de muita Alegria, empolgação,
festa e oração. No encontro buscamos os jovens para ter um encontro pessoal com
Deus. “Foram mais de cento e vinte jovens no encontro. Sabemos que nem
todos são tocados, mas na Bíblia o pastor deixa 99 ovelhas por uma e se uma
começar a caminhada diferente com Deus nesse encontro já ficamos felizes”. Esperamos
que todos que participaram deste encontro tenham gostado o nosso carinho, o
nosso respeito e o nosso muito obrigado! Valeu a todos até o proximo.
Cristoteca no Retiro de Carnaval
E chegando ao finalzinho do
retiro os jovens precisam louvar e agradecer ao senhor pelas maravilhas que o
Senhor realiza e realizara em suas vidas, forte momento de louvor e
agradecimento ao Senhor finalizou a tarde desta segunda(11). A noite a
programação seguiu com uma animada Cristoteca, onde os jovens dançaram bailaram
com muita animação e santidade. No País do Carnaval...
Rezar também é uma Festa...
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